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Religião e Salvação

14/02/2018
in Pe. Mário Fernando Glaab
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RELIGIÃO, PARA QUÊ?

Se é Deus quem salva, mais ainda no cristianismo se crê que é Jesus quem salva, para que serve a religião? Alguns dizem que todas as religiões são boas, outros, pelo contrário, já pensam que as religiões não contam, mas que é preciso crer e esperar a salvação de Deus ou de Jesus – que é Deus. O que dizer das religiões e da religião cristã?

Religião e salvação

            Religião, num sentido muito amplo, quer levar ao conceito de voltar para a divindade. “Religar a Deus” as pessoas ou coisas que estão desligadas dele. Por traz desse conceito já transparece a ideia de que a salvação não está na religião em si, mas naquele ao qual ela leva ou liga. A salvação está além da religião. Está em Deus mesmo ao qual a religião “liga” o religioso.

            Os que afirmam tranquilamente que todas as religiões são boas, talvez não têm clara a função delas. Não há dúvida de que uma instituição séria que se arvora o título de “religião” deve estar preocupada em levar os seus adeptos a Deus; contudo, algumas fazem isto com mais segurança e comprometimento, enquanto outras o fazem por caminhos mais tortuosos. Não é tão simples assim, uma vez que em tudo isso está presente o elemento humano, que não deixa de ser dicotômico, isto é, uma mistura de boas e não boas intenções. É o ser humano que se torna religioso, mas em tudo isto ele leva consigo o bem e o mal. A maneira de “organizar sua religião” pode ter elementos muito bons e outros maus.

            Se não é a religião que salva – mas somente Deus -, ela para ser boa, precisa oferecer ao ser humano os meios para que este possa se encontrar com o Deus Salvador. Necessita dar-lhe condições para se abrir à salvação que vem de fora. Sem dúvida, existem tradições religiosas que pretendem garantir a salvação através de seus ritos e de suas normas de vida, mas não é esta a concepção de religião que nos orienta. Confundir Deus com religião não é bom.

Religião cristã

            No cristianismo dos últimos tempos há grupos que exageram em afirmar que “é só Jesus quem salva! A religião não salva ninguém”. Tudo bem, é Jesus quem salva. Porém, podemos perguntar a estas pessoas: como haveremos de chegar a Jesus, a não ser por meio de uma religião? O próprio fato de valorizarem tanto as Escrituras já conduz à valorização da religião. Quem “produziu” as Escrituras? Quem nos transmite e prega o Evangelho? Não foi uma religião, e os pregadores não são homens religiosos?

            Na fé cristã nada é mais importante do que o encontro vivo com Jesus Cristo, que se professa ser o Senhor. Caso alguém nega isto, não pode ser cristão. É de Cristo que se espera a salvação. Mas para isto, a religião fornece os meios. Ela ensina quem é Jesus Cristo e, ao mesmo tempo, estabelece a conduta de vida que abre as portas para que Ele se torne o Salvador do fiel. Ensina e incentiva o sujeito a seguir, como discípulo, os passos do Mestre. A pessoa é treinada a viver como Ele viveu, isto é, no amor a Deus e às criaturas.

            Já no tempo da Reforma Protestante (século XVI) se tinha consciência de que da religião cristã – se ela quiser ser coerente – se deve esperar duas coisas: uma doutrina moral e uma orientação cívica para bem viver e, o consolo diante da morte e do juízo final. Como se pode ver, o primeiro aspecto trata do como viver; é exigência. O segundo é promessa de salvação futura; é tranquilizante. A religião deve conservar no fiel estes dois aspectos unidos, nunca acentuar demais um em detrimento do outro. As duas coisas necessitam andar juntas. Se quisermos, podemos dizer que a fé é o primeiro passo para alguém ser religioso, a caridade se inicia no caminhar, e a esperança ilumina tudo.

Jesus e a fé judaica

            Alguns dizem que Jesus, por ser judeu, apenas aprofundou a fé daquela tradição. Não é bem isso. Jesus renovou, não somente os costumes, mas principalmente a ideia e a experiência que se tinha de Deus. A partir da concepção e da experiência de Deus como Pai, o Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, é que se forma a religião cristã. Isto é muito importante.

            Assim, a religião cristã, para ser conforme o seu Fundador, deve levar os seres humanos a conceber Deus de modo novo. Não mais como um Deus distante e legislador, muito menos como um ameaçador, mas como aquele que é Pai Querido. De experimentá-lo na vivência concreta da caridade para com o próximo, e com todas as criaturas, que que são obras de seu amor.

Conclusão     

Precisamos ir a Deus por Jesus, o Salvador, mas a religião, que se concretiza na Igreja, tem a importantíssima tarefa de mostrar quem é Deus, e como se abrir aos seus convites de amor salvífico.

As religiões são boas e necessárias, sim. Tanto mais o são quanto mais levam a Deus que ser revela e que salva. Uma religião que não faz isto não é boa religião. Em todas elas é preciso discernir o que é bom do que não é bom; aproveitar do que é bom e eliminar o que não bom. Quanto mais as religiões se unirem para construir um mundo melhor, tanto mais estarão levando a Deus e, estão cumprindo sua missão. Por outro, lado, quanto mais elas brigam entre si, tanto mais são causa de discórdia entre os povos, e afastam de Deus, negando sua própria missão.

Pe. Mário Fernando Glaab.

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