Santa Sé
CNBB
CNBB Regional Sul 2
sábado, 23 maio 2026
Diocese de União da Vitória - Paraná - Brasil
  • Inicio
  • Diocese
    • A Diocese
    • História
    • Bispos
    • Clero
    • Aniversariantes do Clero
    • Institutos Religiosos
    • Dimensões, Pastorais, Movimentos e Organismos
    • Câmara Eclesiástica
    • Agenda Diocesana 2026
    • Seminário Diocesano Rainha das Missões
  • Paróquias
  • Comunicação
    • Contato – Setor de Comunicação
    • Transferências
    • Revista Estrela Matutina – Edições
    • Jornal Diocesano – Edições
    • Jornal Diocesano – Linha do Tempo
    • Jornal Diocesano – História
    • Notícias
    • Dia Mundial das Comunicações Sociais
  • Notícias Diocesanas
  • Contato
No Result
View All Result
  • Inicio
  • Diocese
    • A Diocese
    • História
    • Bispos
    • Clero
    • Aniversariantes do Clero
    • Institutos Religiosos
    • Dimensões, Pastorais, Movimentos e Organismos
    • Câmara Eclesiástica
    • Agenda Diocesana 2026
    • Seminário Diocesano Rainha das Missões
  • Paróquias
  • Comunicação
    • Contato – Setor de Comunicação
    • Transferências
    • Revista Estrela Matutina – Edições
    • Jornal Diocesano – Edições
    • Jornal Diocesano – Linha do Tempo
    • Jornal Diocesano – História
    • Notícias
    • Dia Mundial das Comunicações Sociais
  • Notícias Diocesanas
  • Contato
No Result
View All Result
Diocese de União da Vitória - Paraná - Brasil
No Result
View All Result

O Luto em tempos de Pandemia – Artigo de Psicologia

01/11/2020
in Artigos
A A

Por, Daniele Jasniewski – Psicóloga

O Impedimento das celebrações de Velórios

Com a propagação do vírus da Covid-19, as formas como vivenciamos os rituais relativos à morte mudaram. Não fomos permitidos visitar entes queridos vítimas da doença, e se eles morrem, família e amigos não podem realizar o velório e o sepultamento como ocorria até então. A pandemia mudou um aspecto fundamental sobre as práticas que envolvem o luto, e hoje, o ato de proporcionar e receber os últimos rituais já não é mais o mesmo. O distanciamento social e a proibição das aglomerações foram determinantes para que o tempo de velório fosse reduzido.

Antes, haviam velórios que se estendiam por até 24 horas, hoje o cenário é outro, e mesmo que o ente querido não tenha falecido da Covid-19, o velório é restrito a poucas pessoas e com poucas horas de duração.

Foto Divulgação: Maxresdefault.

O efeito psicológico

Mas, como ficam as questões do luto em meio a essa supressão da vivência do tempo fúnebre?  As celebrações ainda são realizadas, mas os ritos ocorrem de maneira limitada, limitações que não reduzem a importância espiritual do que se celebra, contudo, o mesmo não pode ser dito sobre o impacto psicológico que tais mudanças podem causar ao enlutado. É preciso tempo em contato com a morte para o processo da elaboração do luto. Sendo assim, as vivências que ocorrem no velório são fundamentais. Diante disso, muitas pessoas podem experimentar dificuldades na compreensão da perda, e uma situação que já é naturalmente difícil, torna-se ainda mais pesada.

Contudo, sabendo que os seres humanos possuem a capacidade de se adaptar e se reorganizar toda vez que a vida impõe transformações, mesmo neste tempo atípico, podemos nos permitir a vivência do luto de uma forma saudável, de modo a não adoecer pela falta de quem partiu e pela falta das manifestações fúnebres. Estratégias para a realização das despedidas estão sendo desenvolvidas, e ainda que sem a presença física dos familiares, elas podem ser recursos auxiliares para o enfrentamento da dor.

O que é possível fazer?

As pessoas podem se fazer presentes e expressar sua dor e condolências, pois, a pandemia não representa um distanciamento afetivo e espiritual. Não estamos juntos fisicamente, mas ainda podemos nos solidarizar nas dores, honrar a memória de quem partiu e, sobretudo, nos conectarmos em orações. Qualquer coisa que fizermos para participar da despedida e nos sentirmos conectados aos nossos rituais, será vital para a saúde física, mental e espiritual. 

A pandemia nos tirou do coletivo presencial, mas mesmo geograficamente distantes, podemos manter os rituais para o exercício da fé. Mesmo em casa podemos rezar, pois, a força das orações é atemporal e não depende de um local específico para suas manifestações. Não temos a oportunidade de permanecer um longo tempo em contato com os rituais de despedida, o que dificulta o entendimento de que a pessoa partiu, mas, podemos desenvolver rituais em casa, com fotos, memórias, e principalmente, orações. Honrar em oração a memória da pessoa falecida, é a mais divina vivência do luto, uma vez que as orações não beneficiam somente a alma de quem partiu, mas também, encoraja aquele que ora, e o fortalece em sua fraqueza. A oração promove força em nossa vulnerabilidade, ânimo em nossa angústia, e sobretudo, esperança na vida eterna.

A importância da Oração

Assim, esta época deve ser um convite à reflexão e a intensificar as orações pelos entes que partiram e por todos nós que vivemos a pandemia, e que assim como Paulo, sintamos em nossa fraqueza a força de Cristo.

Psicóloga Daniela. Foto (Arquivo Pessoal)

“Basta-te a minha graça. Pois é na fraqueza que a força se manifesta”. Por isso, de bom grado, eu me gloriarei das minhas fraquezas, para que a força de Cristo habite em mim. Eis porque me comprazo nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições e nas angústias sofridas por amor a Cristo. Pois, quando eu me sinto fraco, é então que sou forte” (2 Coríntios 12:9-10).

Daniele Jasniewski
Psicóloga CRP 08/12483
Mestre em Psicologia
Especialista em situações de perda e luto

Previous Post

Evangelho do Dia – 31.10.2020 – com Dom Walter Jorge

Next Post

Evangelho do Dia – 02.11.2020 – com Dom Walter Jorge

Related Posts

22 de maio – Santa Rita de Cássia
Artigos

22 de maio – Santa Rita de Cássia

21/05/2026
O Papel da Mulher na Missão da Igreja
Artigos

O Papel da Mulher na Missão da Igreja

13/05/2026
Mini TLC 46 anos de missão com a juventude
Artigos

Mini TLC 46 anos de missão com a juventude

09/12/2025

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Evangelho na Vida, com Pe. Ronaldo A. Rodrigues, 23-05-2026

Evangelho na Vida, com Pe. Ronaldo A. Rodrigues, 23-05-2026

22/05/2026
Domingo de Pentecostes

Domingo de Pentecostes

23/05/2026
Mais de 100 missionários são enviados em missão evangelizadora na Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Mais de 100 missionários são enviados em missão evangelizadora na Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

22/05/2026
22 de maio – Santa Rita de Cássia

22 de maio – Santa Rita de Cássia

21/05/2026
Papa: hoje se busca a paz com armas; é urgente fortalecer o diálogo e o multilateralismo

Papa: hoje se busca a paz com armas; é urgente fortalecer o diálogo e o multilateralismo

21/05/2026
Missa transmitida pela TV Evangelizar marcou o Dia Mundial das Comunicações Sociais no Paraná

Missa transmitida pela TV Evangelizar marcou o Dia Mundial das Comunicações Sociais no Paraná

21/05/2026
Diocese de Jacarezinho (PR) sedia a 18ª edição do Torneio Regional de Presbíteros

Diocese de Jacarezinho (PR) sedia a 18ª edição do Torneio Regional de Presbíteros

21/05/2026

Mitra da Diocese de União da Vitória - (42) 3522 3595 - mitra@dioceseunivitoria.org.br

plugins premium WordPress
No Result
View All Result
  • Inicio
  • Diocese
    • A Diocese
    • História
    • Bispos
    • Clero
    • Aniversariantes do Clero
    • Institutos Religiosos
    • Dimensões, Pastorais, Movimentos e Organismos
    • Câmara Eclesiástica
    • Agenda Diocesana 2026
    • Seminário Diocesano Rainha das Missões
  • Paróquias
  • Comunicação
    • Contato – Setor de Comunicação
    • Transferências
    • Revista Estrela Matutina – Edições
    • Jornal Diocesano – Edições
    • Jornal Diocesano – Linha do Tempo
    • Jornal Diocesano – História
    • Notícias
    • Dia Mundial das Comunicações Sociais
  • Notícias Diocesanas
  • Contato