Querido povo de Deus! Estamos caminhando rumo aos cinquenta anos de nossa Diocese. Já estamos sabendo, pois todas as nossas comunidades paroquiais já receberam a Imagem do Sagrado Coração de Jesus, Padroeiro de nossa Diocese, como primeira atividade à qual teve como objetivo preparar os corações dos fiéis para celebrar tão grande acontecimento: os cinquenta anos de nossa Diocese, o seu Jubileu de Ouro! Estamos ainda na faze de preparação, mas também de celebração, de ação de graças a Deus por tantas bênçãos acontecidas nestes anos desde que a Diocese de União da Vitória foi criada. Nesta Edição da Revista Estrela Matutina quero motivar, animar aqueles e aquelas que estão colaborando com todo empenho na preparação do jubileu, mas ao mesmo tempo quero também agradecer.

Em primeiro lugar agradeço a Equipe de divulgação do jubileu formada por Dom Walter Jorge Pinto, mas também aos párocos, vigários, diáconos e Lideranças leigas, religiosos e religiosas que, nas Paróquias e comunidades estão motivando o povo a se prepararem para celebrar este acontecimento tão importante da nossa Igreja Diocesana. A todos, muito obrigado! Durante todo este ano teremos muitas atividades em nossas paróquias e comunidades acontecendo referentes ao jubileu da Diocese das quais não poderemos ficar de fora.
Começamos já no dia 12 de junho, dia do Sagrado Coração de Jesus, quando na Catedral, concelebramos a Santa missa de Abertura do Jubileu. Nesse dia, as torres de nossas Igrejas Matrizes foram iluminadas e assim ficarão até o mês de junto do próximo ano quando encerraremos o ano jubilar da Diocese.
Este ano será uma grande oportunidade para conhecermos melhor a nossa Diocese e ao mesmo tempo um momento propicio para a evangelização do povo de Deus que compõe esta parte da Igreja de Cristo. Que saibamos, iluminados pelo Espírito Santo, aproveitar cada instante para o anúncio do Evangelho do Coração Misericordioso de Jesus.

A Igreja nasce do Coração de Jesus, do Dom total de Cristo na cruz(Jo 19, 34) e se concretiza num pedaço de chão, no meio de um povo que a acolhe, ama, anuncia, testemunha e vive a fé. Somos gratos a Deus que inspirou o Papa São Paulo VI a criar a Diocese de União da Vitória; de igual modo nossa gratidão ao seu primeiro bispo, Dom Walter Michael Ebejer, aos padres, religiosos e religiosas, leigos e leigas que junto com Dom Walter Michael Ebejer foram, podemos dizer, os fundadores da Diocese de União da Vitória. Foram os trabalhadores das primeiras horas na Vinha do Senhor(Mt 20,1-16). Outros foram chamados depois; a estes outros, também a nossa gratidão por sua imensa generosidade. Cada um foi deixando a sua marca, o seu tijolinho na construção desta Igreja.
Quanto trabalho e sacrifícios! Mas também quanta alegria aqueles e aquelas que estão entre nós poderiam nos contar. Gratidão a Deus por essas belas histórias de fidelidade e amor a Cristo e à sua Igreja que, talvez nunca as ouviremos, mas sabemos que existem.
Hoje somos nós que, pela graça de Deus, fazemos parte da Diocese. Somos os trabalhadores de hoje escolhidos pelo Senhor colocados ao lado ou no meio dos que aqui estavam quando chegamos. Permitam-me um testemunho pessoal: quando fiquei padre em 2001 olhei e vi tudo o que já tinha sido feito e o que estava sendo feito pelo bispo, Dom Walter Michael Ebejer, pelos padres e lideranças leigas. Como foi fácil para mim me engajar no trabalho pastoral vendo o exemplo deles. Sabia que não precisava começar do zero. Já havia um longo caminho percorrido. Hoje, 25 anos depois, digo, Deus foi muito bom comigo! Deus é muito bom conosco! Gratidão imensa! Que saibamos corresponder ao chamado do Senhor como fizeram aqueles e aquelas que vieram antes de nós!
Que nossa igreja diocesana seja de fato, uma Tenda que se estica, para acolher a todos para que ninguém se sinta desabrigado em sua fé.
Lideranças, padres, diáconos, religiosos e religiosas, leigos e leigas, todos nós, mãos à obra! Na fraternidade, na sinodalidade e na alegria do Senhor que nos chamou a trabalhar na sua vinha. Cada um venha com seus dons e capacidades. Precisamos de todos! Há muito trabalho a ser realizado.
Pe. Antônio Carlos Rodrigues
Administrador Diocesano









