Santa Sé
CNBB
CNBB Regional Sul 2
sábado, 29 agosto 2026
Diocese de União da Vitória - Paraná - Brasil
  • Inicio
  • Diocese
    • A Diocese
    • História
    • Bispos
    • Clero
    • Aniversariantes do Clero
    • Institutos Religiosos
    • Dimensões, Pastorais, Movimentos e Organismos
    • Câmara Eclesiástica
    • Agenda Diocesana 2026
    • Seminário Diocesano Rainha das Missões
  • Paróquias
  • Comunicação
    • Contato – Setor de Comunicação
    • Transferências
    • Revista Estrela Matutina – Edições
    • Jornal Diocesano – Edições
    • Jornal Diocesano – Linha do Tempo
    • Jornal Diocesano – História
    • Notícias
    • Dia Mundial das Comunicações Sociais
  • Notícias Diocesanas
  • Contato
No Result
View All Result
  • Inicio
  • Diocese
    • A Diocese
    • História
    • Bispos
    • Clero
    • Aniversariantes do Clero
    • Institutos Religiosos
    • Dimensões, Pastorais, Movimentos e Organismos
    • Câmara Eclesiástica
    • Agenda Diocesana 2026
    • Seminário Diocesano Rainha das Missões
  • Paróquias
  • Comunicação
    • Contato – Setor de Comunicação
    • Transferências
    • Revista Estrela Matutina – Edições
    • Jornal Diocesano – Edições
    • Jornal Diocesano – Linha do Tempo
    • Jornal Diocesano – História
    • Notícias
    • Dia Mundial das Comunicações Sociais
  • Notícias Diocesanas
  • Contato
No Result
View All Result
Diocese de União da Vitória - Paraná - Brasil
No Result
View All Result

Família, sinal visível de Deus que é amor

28/12/2017
in Prof. Paulo Eduardo de Oliveira
A A

Por, Paulo Eduardo de Oliveira. paulo.eduardo.oliveira@hotmail.com

São João, na sua Primeira Carta, assim nos ensina: “Deus é amor; e quem está no amor está em Deus, e Deus nele” (1Jo 4,16). Comentando essas palavras de São João, o Papa Bento XVI, na sua Encíclica Deus Caritas Est (Deus é amor), assim escreveu: “Estas palavras da I Carta de João exprimem, com singular clareza, o centro da fé cristã: a imagem cristã de Deus e também a consequente imagem do homem e do seu caminho” (n. 1).

O amor de Deus se manifesta primeiramente na obra da criação: Deus não tem necessidade de nada; ele criou todas as coisas e a nós simplesmente por amor. São João Paulo II nos ensina que se fomos criados por amor, também somos chamados ao amor: “Deus criou o homem à sua imagem e semelhança: chamando-o à existência por amor, chamou-o ao mesmo tempo ao amor” (Exortação Familiaris Consortio, n. 11).

Mas, além da criação, é na obra da redenção que se manifestou o amor de Deus de forma ainda mais plena. Deus, que nos criou por amor, não nos abandonou ao poder do pecado e da morte, mas veio em nosso resgate por meio de Jesus Cristo. Por isso, o mesmo São João, nas primeira páginas do seu Evangelho, vai escrever: “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16).

E assim continua São João Paulo II a nos ensinar sobre o amor de Deus e sobre a vocação do homem e da mulher ao amor: “Deus é amor e vive em si mesmo um mistério de comunhão pessoal de amor. Criando-a à sua imagem e conservando-a continuamente no ser, Deus inscreve na humanidade do homem e da mulher a vocação, e, assim, a capacidade e a responsabilidade do amor e da comunhão. O amor é, portanto, a fundamental e originária vocação do ser humano. Enquanto espírito encarnado, isto é, alma que se exprime no corpo informado por um espírito imortal, o homem é chamado ao amor nesta sua totalidade unificada. O amor abraça também o corpo humano e o corpo torna-se participante do amor espiritual” (Exortação Familiaris Consortio, n. 11).

Esta dupla realidade do amor, enquanto dimensão corporal e espiritual, pode ser vivida de dois modos próprios, segundo a vontade de Deus, como nos ensina São João Paulo II “A Revelação cristã conhece dois modos específicos de realizar a vocação da pessoa humana na sua totalidade ao amor: o Matrimónio e a Virgindade. Quer um quer outro, na sua respectiva forma própria, são uma concretização da verdade mais profunda do homem, do seu ‘ser à imagem de Deus’” (Exortação Familiaris Consortio, n. 11).

Disso decorre o caráter também espiritual da própria sexualidade humana, como continua a nos ensinar o Papa Wojtyla: “Por consequência a sexualidade, mediante a qual o homem e a mulher se doam um ao outro com os atos próprios e exclusivos dos esposos, não é em absoluto algo puramente biológico, mas diz respeito ao núcleo íntimo da pessoa humana como tal. Esta realiza-se de maneira verdadeiramente humana, somente se é parte integral do amor com o qual homem e mulher se empenham totalmente um para com o outro até à morte. A doação física total seria falsa se não fosse sinal e fruto da doação pessoal total, na qual toda a pessoa, mesmo na sua dimensão temporal, está presente: se a pessoa se reservasse alguma coisa ou a possibilidade de decidir de modo diferente para o futuro, só por isto já não se doaria totalmente” (Exortação Familiaris Consortio, n. 11).

Associada a esta entrega total entre os esposos, entrega que nasce do amor, está a responsabilidade sobre a geração dos filhos. O Papa João Paulo II assim escreveu sobre esta questão: “Esta totalidade, pedida pelo amor conjugal, corresponde também às exigências de uma fecundidade responsável, que, orientada como está para a geração de um ser humano, supera, por sua própria natureza, a ordem puramente biológica, e abarca um conjunto de valores pessoais, para cujo crescimento harmonioso é necessário o estável e concorde contributo dos pais” (Exortação Familiaris Consortio, n. 11).

Em nossos dias, vivemos uma cultura extremamente erotizada, que banalizou a sexualidade e afrouxou todos os limites morais, como se tudo fosse permitido. Porém, os cristãos não se devem deixar iludir pelos contra valores da cultura atual. Para a Igreja, que vive inspirada à luz do Evangelho, somente no matrimônio é que é possível viver esta dimensão espiritual da sexualidade entre homem e mulher.

Por isso, escreve São João Paulo II:

“O ‘lugar’ único, que torna possível esta doação segundo a sua verdade total, é o matrimônio, ou seja o pacto de amor conjugal ou escolha consciente e livre, com a qual o homem e a mulher recebem a comunidade íntima de vida e de amor, querida pelo próprio Deus que só a esta luz manifesta o seu verdadeiro significado. A instituição matrimonial não é uma ingerência indevida da sociedade ou da autoridade, nem a imposição extrínseca de uma forma, mas uma exigência interior do pacto de amor conjugal que publicamente se afirma como único e exclusivo, para que seja vivida assim a plena fidelidade ao desígnio de Deus Criador. Longe de mortificar a liberdade da pessoa, esta fidelidade põe-na em segurança em relação ao subjetivismo e relativismo, fá-la participante da Sabedoria Criadora” (Exortação Familiaris Consortio, n. 11).

Que estas reflexões ajudem nossas famílias a viver o verdadeiro amor, para poderem ser sinais visíveis do Amor de Deus.

Previous Post

RCC Diocesana marca presença em Congresso Estadual

Next Post

O valor da família

Related Posts

Virgindade e A Dignidade do Matrimônio
Prof. Paulo Eduardo de Oliveira

Virgindade e A Dignidade do Matrimônio

27/02/2018
Família, caminho de comunhão
Prof. Paulo Eduardo de Oliveira

Família, caminho de comunhão

15/02/2018
Filhos, Dons de Deus para a Família
Prof. Paulo Eduardo de Oliveira

Filhos, Dons de Deus para a Família

31/01/2018

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Evangelho na Vida e na Pastoral, com Pe. Antônio Carlos Rodrigues, 29-08-2026

Evangelho na Vida e na Pastoral, com Pe. Antônio Carlos Rodrigues, 29-08-2026

28/08/2026
27 de agosto – Dia de Santa Mônica

27 de agosto – Dia de Santa Mônica

27/08/2026
Fé e religiosidade na arte sacra: A incredulidade de Tomé Caravaggio

Fé e religiosidade na arte sacra: A incredulidade de Tomé Caravaggio

27/08/2026
Grupo de Trabalho sobre Inteligência Artificial inicia atividades com bispos, assessores da CNBB e estudiosos

Grupo de Trabalho sobre Inteligência Artificial inicia atividades com bispos, assessores da CNBB e estudiosos

27/08/2026
Papa sobre a reforma litúrgica: a participação dos fiéis não pode ser passiva

Papa sobre a reforma litúrgica: a participação dos fiéis não pode ser passiva

26/08/2026
Padres da Diocese de União da Vitória participam do Encontro Regional de Presbíteros

Padres da Diocese de União da Vitória participam do Encontro Regional de Presbíteros

25/08/2026
Leão XIV: que a liturgia alimente a fé, gerando caridade fraterna e paz

Leão XIV: que a liturgia alimente a fé, gerando caridade fraterna e paz

25/08/2026

Mitra da Diocese de União da Vitória - (42) 3522 3595 - mitra@dioceseunivitoria.org.br

No Result
View All Result
  • Inicio
  • Diocese
    • A Diocese
    • História
    • Bispos
    • Clero
    • Aniversariantes do Clero
    • Institutos Religiosos
    • Dimensões, Pastorais, Movimentos e Organismos
    • Câmara Eclesiástica
    • Agenda Diocesana 2026
    • Seminário Diocesano Rainha das Missões
  • Paróquias
  • Comunicação
    • Contato – Setor de Comunicação
    • Transferências
    • Revista Estrela Matutina – Edições
    • Jornal Diocesano – Edições
    • Jornal Diocesano – Linha do Tempo
    • Jornal Diocesano – História
    • Notícias
    • Dia Mundial das Comunicações Sociais
  • Notícias Diocesanas
  • Contato