Igreja Católica Apostólica Romana

Dom Severino fala ao clero e catequistas sobre o Ano do Laicato

A paróquia Nossa Senhora do Rocio acolheu na quinta-feira, 22, a primeira Reunião do Clero de 2018. Padres, Diáconos transitórios e Diáconos Permanentes, junto com o Administrador Diocesano, padre Mário Glaab, passaram o dia discutindo ações e questões específicas da caminhada da Diocese para este ano.

Membros do Clero e coordenadoras da catequese, na Matriz do Rocio.

No período da manhã, contando também com a presença das coordenadoras paroquiais do Movimento da Catequese, o clero teve a oportunidade de aprofundar mais o conteúdo do Documento 105 da CNBB: “Cristãos Leigos e Leigas na Igreja e na Sociedade” – Sal da Terra e Luz do Mundo (Mt 5,13-14). Para falar do assunto foi convidado Dom Severino Clasen, Presidente da Comissão Episcopal para o Laicato, da CNBB, e bispo da Diocese de Caçador – SC.

Segundo Dom Severino, a conquista para garantir pela CNBB um ano dedicado aos Leigos e Leigas na Igreja foi fruto de muito trabalho e amor pela questão. “Buscamos uma expressão do Papa Francisco em um de seus primeiros Documentos, que falasse sobre os leigos. Então`, a frase que lançamos na mesa dos bispos para propormos um ano aos Leigos trazia a expressão do papa sobre o protagonismo dos leigos na Igreja e no mundo; que eles fossem efetivos na evangelização à luz de uma Igreja em Saída, contou Dom Severino.

                   Dom Severino Clasen. (Imagem – Marcelo S. de Lara).

Para o bispo, o Documento para o Ano do Laicato visa promover a ideia da identidade de todo cristão. “Pela Graça do Batismo, não existem duas categorias de cristãos; a Graça do Batismo nos compete a igualdade na dignidade de cristãos, membros do povo de Deus. E aí, pegamos firme no Documento o Capítulo IV da Lumen Gentium, um dos textos Conciliares do Concílio Vaticano II”, fundamentou Clasen.

Um dos membros do Clero, padre Marcelo Antônio Rosa, da paróquia São Carlos Borromeu, de Paula Freitas, comentou que as colocações de Dom Severino ajudaram a renovar a consciência de Igreja, seja para o clero quanto para o leigos, pois na diversidade dos ministérios a Igreja é comunhão. “Cada um tem uma função na Igreja, porém, devendo com amor ao Reino, caminhar juntos em comunhão com a Igreja”, destacou o padre.

Texto: Marcelo S. de Lara
Setor de Comunicação

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